sexta-feira, 2 de dezembro de 2011






“Talvez hoje não seja o melhor dia pra escrever da alegria de ser criança.
Vou falar a priori da simples coisa de viajar pra casa dos meus avós (vô Manel e vó Tereza).
todo final de semana de não sei quantos anos eram passados na casa da Tereza, tinha bolo de todos os gostos, sucos e subir no pé de cajueiro.
Cinco da tarde Manel chegava e os três netos corriam:
-benção vó!
-Deus te abençõe, Deus te abençõe, Deus te abençoe.
Nós achavamos que Manel era rico, pois os bolsos dele sempre tinham muitas moedas fazendo barulho, e ele pra certificar esse pensamento,
todos os dias assim que chegava dava-nos 50 centavos pra cada neto.
A gente corria pra mercearia do Zé e voltavamos com sacos cheios dos mais gostosos bombons e chicletes que já comemos.
Sem contar as vezes que minha vô prometia dinheiro se a gente deixasse ela catar os piolhos de nossas cabeças.
 Sim, cobravamos isso dela. E era com prazer que ela pagava e achamos os mais espertos do mundo por ganhar dinheiro dos nossos avós. “

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